Album : Dealema
Clean Lyric
Paragraph Lyric
Os livros da nossa escola sempre esconderam a cara
Só nos mostravam a coroa dessa moeda roubada
Monopólios e banqueiros em África como aqui
Quanto mais exploram lá mais força têm contra ti

Tantas mentiras falsas doutrinas
Disciplinas inúteis e impigidas
Comungado como julgo
Estes putos são tratados tipo escravos condenados ao
lucro
E crescem como o ramo morto
De uma economia que os guia para o trabalho e para o
matadouro
Não existem miúdos burros
Apenas educações estupidas e alunos cheios de dúvidas
Caga na religião e moral
Dou-te alimentação e orientação espiritual
Após a morte lutadores conhecem o criador
Longe do sangue e do mal
De volta ao mais alto ideal
Temos de continuar a manter o sonho vivo
Não tás sozinho eu estou contigo
Tu és divino, eu sou divino
Ninguém tem de ser escravo do destino
Eu acredito...
Abrimos estradas nunca antes percorridas
Não nos limitamos a seguir pegadas doutros indíviduos
Agarrar opurtunidades
Crescer em força com toda a dignidade somos criativos
Esta é a nossa anatomia
Feitos de sonhos desejos não somos mercadoria
Crianças têm de viver sem medos
Com esperanças em falsos deuses e a natureza como
aliança
Qual é a diferença entre a sala de aula e a cela?
É quase igual, uma jaula e uma janela
A nossa causa não irá provar a derrota
E esta luta significa agora mais do que nunca
Temos de continuar a manter o sonho vivo
Não tás sozinho eu estou contigo
Tu és divino, eu sou divino
Ninguém tem de ser escravo do destino
Eu acredito na liberdade
Juntos vamos criar um sítio mais propício a
felicidade
Não é o enpobrecimento que causa movimento mafioso
Nos bairros e guettos urbanos gangs organizados
Os nossos manos na prisão quando saiem não há
reinserção
Lidam com a exclusão
Olhando o vazio de coração frio
Tremendo mentalmente
Parece que ainda estão lá dentro
Tá tudo a toa meu irmão
Não te vou enganar e aclamar que tás na boa
É tudo bom, porque a minha vida que está em jogo aqui
A minha família que está em jogo aqui
Um dos meus poucos prazeres é defender
Com unhas e dentes os meus
Deus me perdoe se tiver de matar
Mano eu morro aqui

Temos de continuar a manter o sonho vivo
Eu acredito na liberdade
Temos de continuar a manter o sonho
Acredita na tua capacidade

Temos de continuar a manter o sonho vivo
Eu acredito na liberdade
Temos de continuar a manter o sonho
Acredita na tua capacidade
Os livros da nossa escola sempre esconderam a cara   Só nos mostravam a coroa dessa moeda roubada   Monopólios e banqueiros em África como aqui   Quanto mais exploram lá mais força têm contra ti      Tantas mentiras falsas doutrinas   Disciplinas inúteis e impigidas   Comungado como julgo   Estes putos são tratados tipo escravos condenados ao   lucro   E crescem como o ramo morto   De uma economia que os guia para o trabalho e para o   matadouro   Não existem miúdos burros   Apenas educações estupidas e alunos cheios de dúvidas   Caga na religião e moral   Dou-te alimentação e orientação espiritual   Após a morte lutadores conhecem o criador   Longe do sangue e do mal   De volta ao mais alto ideal   Temos de continuar a manter o sonho vivo   Não tás sozinho eu estou contigo   Tu és divino, eu sou divino   Ninguém tem de ser escravo do destino   Eu acredito...   Abrimos estradas nunca antes percorridas   Não nos limitamos a seguir pegadas doutros indíviduos   Agarrar opurtunidades   Crescer em força com toda a dignidade somos criativos   Esta é a nossa anatomia   Feitos de sonhos desejos não somos mercadoria   Crianças têm de viver sem medos   Com esperanças em falsos deuses e a natureza como   aliança   Qual é a diferença entre a sala de aula e a cela?   É quase igual, uma jaula e uma janela   A nossa causa não irá provar a derrota   E esta luta significa agora mais do que nunca   Temos de continuar a manter o sonho vivo   Não tás sozinho eu estou contigo   Tu és divino, eu sou divino   Ninguém tem de ser escravo do destino   Eu acredito na liberdade   Juntos vamos criar um sítio mais propício a   felicidade   Não é o enpobrecimento que causa movimento mafioso   Nos bairros e guettos urbanos gangs organizados   Os nossos manos na prisão quando saiem não há   reinserção   Lidam com a exclusão   Olhando o vazio de coração frio   Tremendo mentalmente   Parece que ainda estão lá dentro   Tá tudo a toa meu irmão   Não te vou enganar e aclamar que tás na boa   É tudo bom, porque a minha vida que está em jogo aqui   A minha família que está em jogo aqui   Um dos meus poucos prazeres é defender   Com unhas e dentes os meus   Deus me perdoe se tiver de matar   Mano eu morro aqui      Temos de continuar a manter o sonho vivo   Eu acredito na liberdade   Temos de continuar a manter o sonho   Acredita na tua capacidade      Temos de continuar a manter o sonho vivo   Eu acredito na liberdade   Temos de continuar a manter o sonho   Acredita na tua capacidade
 
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