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Clean Lyric
Paragraph Lyric
Havia na terraUm homem que tinhaUma gaita bem de pasmarSe alguém a ouviaFosse gente ou bichoEntrava na roda a dançarUm dia passavaUm sujeito e ao ladoUm burro com louçaA trotarO dono e o burroOuvindo a tocataPuseram-se logo a bailarPartiu-se a faiançaEm cacos c'o a dançaE o pobre pedia a gritarAo homem da gaitaQue acabasse a fitaMas nada ficou por quebrarO Juiz de foraChamado na hora"Só tenhoQue te condenarMas quero uma provaSe é crime ou se é trovaFaz lá essa gaita tocar"O homem da louçaSentado na salaLevanta-se e põe-se a saltarEnquanto a rabecaNão se incomodavaA sua cadeira era o parPulava o juristaDe quico na cristaNinguém se atreviaA pararE a mãe entrevadaQue estava deitadaLevanta-seE põe-se a bailarVá de foliaVá de foliaQue há sete anosMe não mexia
Havia na terraUm homem que tinhaUma gaita bem de pasmarSe alguém a ouviaFosse gente ou bichoEntrava na roda a dançarUm dia passavaUm sujeito e ao ladoUm burro com louçaA trotarO dono e o burroOuvindo a tocataPuseram-se logo a bailarPartiu-se a faiançaEm cacos c'o a dançaE o pobre pedia a gritarAo homem da gaitaQue acabasse a fitaMas nada ficou por quebrarO Juiz de foraChamado na hora"Só tenhoQue te condenarMas quero uma provaSe é crime ou se é trovaFaz lá essa gaita tocar"O homem da louçaSentado na salaLevanta-se e põe-se a saltarEnquanto a rabecaNão se incomodavaA sua cadeira era o parPulava o juristaDe quico na cristaNinguém se atreviaA pararE a mãe entrevadaQue estava deitadaLevanta-seE põe-se a bailarVá de foliaVá de foliaQue há sete anosMe não mexia