Clean Lyric
Paragraph Lyric
(Samuel Rosa/F. Furtado/Chico Amaral)
Fazendo cerca na Fazenda do Rosário
Resto de foco velho mandado pelo vigário
Meu camarada, eu moro aqui do lado
O terreno que tu cerca já tá cercado
Não entendi a assertiva do compadre
Se é lei chama o doutor
Se é milagre chama o padre
É muito simples, tu veja ali na frente
Tá vendo o laranjal, minha cerca passa rente
Que dia quente, tem feito muito calor
Daqui a pouco, meu vizinho vê um disco voador
Se visse até pedia para descer
Quem sabe se um marciano
Consegue te esclarecer
Ô meu compadre, cê tá vendo assombração
Cê num é advogado, cê num é tabelião
Nem por isso eu deixei de fazer o justo
Se o sujeito enxerga torto
O direito dá um susto
Tu cerca a terra, tu cerca até o mundo
Então cerca tua filha, toda a noite aqui no fundo
Pois te conto um segredo
Cê num conta pra nimguém
Andam vendo tua mulher
Com o dono do armazém
Maledicência, eu já tô acostumado
Até dizem que o senhor é incapacitado
Eu tomo chuva, tomo ar puro de manhã
Minha saúde é de ferro, pergunte pra sua irmã
Nunca se está a salvo da falação alheia
Eis que um tipo parvo vem falar na minha oreia
Martelo prego, torniquete com serrote
Acerca de homem cego, quem tem vista dá o mote
Terequitem, ô pra cá você não vem
Terequitem, que eu conserto a ti também
(Te prego um prego também)
(Samuel Rosa/F. Furtado/Chico Amaral) Fazendo cerca na Fazenda do Rosário Resto de foco velho mandado pelo vigário Meu camarada, eu moro aqui do lado O terreno que tu cerca já tá cercado Não entendi a assertiva do compadre Se é lei chama o doutor Se é milagre chama o padre É muito simples, tu veja ali na frente Tá vendo o laranjal, minha cerca passa rente Que dia quente, tem feito muito calor Daqui a pouco, meu vizinho vê um disco voador Se visse até pedia para descer Quem sabe se um marciano Consegue te esclarecer Ô meu compadre, cê tá vendo assombração Cê num é advogado, cê num é tabelião Nem por isso eu deixei de fazer o justo Se o sujeito enxerga torto O direito dá um susto Tu cerca a terra, tu cerca até o mundo Então cerca tua filha, toda a noite aqui no fundo Pois te conto um segredo Cê num conta pra nimguém Andam vendo tua mulher Com o dono do armazém Maledicência, eu já tô acostumado Até dizem que o senhor é incapacitado Eu tomo chuva, tomo ar puro de manhã Minha saúde é de ferro, pergunte pra sua irmã Nunca se está a salvo da falação alheia Eis que um tipo parvo vem falar na minha oreia Martelo prego, torniquete com serrote Acerca de homem cego, quem tem vista dá o mote Terequitem, ô pra cá você não vem Terequitem, que eu conserto a ti também (Te prego um prego também)