Clean Lyric
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Golias ao chão,
quebrou seus dentes e
não pode respirar
com tanto pó a cobrir
seu rosto encardido.

Golias ao chão!!!

E agora que as estrelas
despencaram do céu
qual pérolas aos porcos
e você se vê
com os braços enfiados no esterco
buscando o que perdeu...
quem vai erguer as torres?

Roma está em chamas
e a carne viva
não te deixa esconder
a culpa ao amanhecer.

Lâminas nos olhos,
a dor é demais.
Quantos dentes tem
sua honestidade?
O sinal se foi...
Ninguém vai te ouvir...
Deus está ocupado,
tente ligar mais tarde.

As listras que ama
tampam sua visão.
Rastejando em pânico
na multidão,
tenta recolher as pressas
seus remédios no chão.
Enquanto a lama os dissolve
qual deles vai salvar?
O que alivia a dor
ou o que te faz sonhar?
Como ter a certeza de
uma escolha justa?
Quem vai torrar nas pontes?

Roma está em chamas
e a pólvora nos dedos
não te deixa esconder
a culpa ao amanhecer.

Lâminas nos olhos,
a dor é demais.
Quantos dentes tem
sua mentira?
E ai está você
cobrindo com bandeiras
as fraturas expostas
nas avenidas.

Em Babel
Aquiles ergue seu troféu
a Napoleão,
imperador do mundo

Os anjos a quem
estende as mãos
te cospem na cara.
O sistema não mais
reconhece tua voz...
Quantos corpos empilhar
para conhecer caminhos ao céu
que te deixem ver
Saturno a devorar
os próprios filhos?

As colunas tombam,
o indivisível partiu
e ninguém serve café...
o Zigurate caiu
e o Super Homem sem pernas
não pode mais correr!!!
Golias ao chão,   quebrou seus dentes e   não pode respirar   com tanto pó a cobrir   seu rosto encardido.      Golias ao chão!!!      E agora que as estrelas   despencaram do céu   qual pérolas aos porcos   e você se vê   com os braços enfiados no esterco   buscando o que perdeu...   quem vai erguer as torres?      Roma está em chamas   e a carne viva   não te deixa esconder   a culpa ao amanhecer.      Lâminas nos olhos,   a dor é demais.   Quantos dentes tem   sua honestidade?   O sinal se foi...   Ninguém vai te ouvir...   Deus está ocupado,   tente ligar mais tarde.      As listras que ama   tampam sua visão.   Rastejando em pânico   na multidão,   tenta recolher as pressas   seus remédios no chão.   Enquanto a lama os dissolve   qual deles vai salvar?   O que alivia a dor   ou o que te faz sonhar?   Como ter a certeza de   uma escolha justa?   Quem vai torrar nas pontes?      Roma está em chamas   e a pólvora nos dedos   não te deixa esconder   a culpa ao amanhecer.      Lâminas nos olhos,   a dor é demais.   Quantos dentes tem   sua mentira?   E ai está você   cobrindo com bandeiras   as fraturas expostas   nas avenidas.      Em Babel   Aquiles ergue seu troféu   a Napoleão,   imperador do mundo      Os anjos a quem   estende as mãos   te cospem na cara.   O sistema não mais   reconhece tua voz...   Quantos corpos empilhar   para conhecer caminhos ao céu   que te deixem ver   Saturno a devorar   os próprios filhos?      As colunas tombam,   o indivisível partiu   e ninguém serve café...   o Zigurate caiu   e o Super Homem sem pernas   não pode mais correr!!!
 
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