Clean Lyric
Paragraph Lyric
De que túnel de que árvore
De que zero de remorso
De que rasura do vento
De que núpcias de mármore
De que fresta de que pórtico
Saíste neste momento

Para que praia que porto
Que fugitiva garupa
Que torre desconhecida
Que mãos que braços que rosto
Que tempestade difusa
Te encontras já de partida

Não és de nenhum sossego
Vives no gume do ser
Na fronteira do devir
E assim me tornas eu mesma
Entre nascer e morrer
Entre chegar e partir
De que túnel de que árvore   De que zero de remorso   De que rasura do vento   De que núpcias de mármore   De que fresta de que pórtico   Saíste neste momento      Para que praia que porto   Que fugitiva garupa   Que torre desconhecida   Que mãos que braços que rosto   Que tempestade difusa   Te encontras já de partida      Não és de nenhum sossego   Vives no gume do ser   Na fronteira do devir   E assim me tornas eu mesma   Entre nascer e morrer   Entre chegar e partir