Qualquer bailanta que eu váQue eu olhe teu tranco pra
Eu vim pra debulhar os aramados dos quintaisSacudir as estruturas
Anos noventaNo venta aquiA umidade congela os ossosA quem quer
Eras vaqueanoMas não eras vivarachoVivias num cortadoNum apertado barbicachoEra
Tá surgindo por aquiMais uma dança pr'esse pagoLhes garanto, indiada
O Arnesto nos convidou prum samba [churras]Ele mora no BrásNóis
Debaixo das horasMe senteiE os olhos...Me disseram que eles vinhamCom
Io que no gostoDe sanduitche de patêPero minha vidaSe resume
O campo largoManhã serenaNa alma plenaUm poncho com frioTranqueia o
Otro dia, eu tava andandoE escutei no rádio uma cantiga
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